Madagascar: The Crate Escape é a continuação da animação da DreamWorks, que vem sendo anunciada desde setembro de 2005, logo após sua estréia nos cinemas brasileiro em junho do mesmo ano. O longa-metragem acaba de ter sua primeira foto divulgada e mostra que todos os personagens estarão de volta, incluindo os simpáticos pingüins.
O que muda será o cenário onde acontecerá a próxima aventura dos quatro amigos. Desta vez, Alex, Marty, Melman e Glória estarão no meio da savana africada. O enredo mostrará os animais tentando voar de volta para Nova York, mas acabam caindo na África. No meio de muita confusão, o leão Alex se aproxima de sua família verdadeira. Os dubladores da versão original de Madagascar voltam a assumir os seus papéis. Ben Stiller é o leão Alex, Chris Rock é a zebra Marty, David Schwimmer é a girafa hipocondríaca Melman e Jada Pinkett Smith empresta sua voz para a hipopótamo Glória.
A estréia de Madagascar: The Crate Escape está prevista para 7 de novembro de 2008, nos EUA, e 12 de dezembro, do mesmo ano, por aqui.
Creio que não há nada mais frustrante ao ser humano do que decepcionar alguém que se, verdadeiramente, ama.
Claro que são dores diferentes a do autor e da vítima. O grande entrave é quando, nenhum pedido de desculpa faz esquecer, apagar, apaziguar, amenizar a magia, o ressentimento dolorido.
Indubitavelmente, você que está aí do outro lado da tela, já decepcionou alguém. E óbvio, também já foi decepcionado. Muitas das vezes, não decepcionamos (já coloco todo mundo na vala comum mesmo!) de caso pensado, por dolo. Agimos por pura imbecilidade mesmo. Colocamos o do outro na reta para afogar nossas mágoas, nossas frustrações, nossas decepções.
Via de regra, com raríssimas exceções, decepcionamos tão somente quem amamos. E não é por falta de opção não, é simplesmente porque é a pessoa, senão a única, que irá nos ouvir, que irá nos compreender e que, ainda, chateado, continuará ao nosso lado, pelo simples fato que também nos ama.
Só se consegue decepcionar quem, de fato, nos ama.
Mas, nem há compreensão da vítima. Eu mesmo perdi uma amizade de longa data por burrice, por puro egoísmo. Mais do que um companheiro de bar e de boemia, era um confidente de agruras políticas, de neuroses etílicas madrugada adentro sobre Fórmula 1 e poesia, de goladas sóbrias da existência ou não de Deus e, ainda, companheiros que sempre animaram qualquer lugar, até, sem brincadeira, Institutos Médicos Legais. Assumo, meu querido cururu: o erro foi meu, só meu. Perdoe-me quando puder.
Confesso que, decepcionar amigos não é lá das melhores experiências que já vivi. Não é daquelas de se orgulhar, mas é, com certeza, daquelas pra se refletir (imagino o quanto o PT reflete nesses dias). E haja reflexão, haja vontade de voltar no tempo e reparar o dano causado, haja tentativas e mais tentativas de desculpas.
O pior é que, quando decepcionamos, não temos a mínima idéia de como o outro irá se sentir. Achamos que ele tem, por obrigação, nos entender e pronto. Fica assim mesmo.
Mas a mágoa fica e dói. Não por muito tempo se as coisas forem bem esclarecidas e discutidas, mas ela fica (a dor que a população sente do PT tem que durar, no mínimo, um ano e meio). E como incomoda essa mágoa, como ela martela em nossa cabecinha, como ela é chata.
O grande problema é que nos apegamos a essa mágoa, fruto da decepção e, infelizmente, nos esquecemos de todo o resto, de toda uma história, de toda uma amizade, cumplicidade, parceria e, algumas vezes, esquecemos até do Amor. O ódio e a amargura conseguem, lamentavelmente, dominar um sentimento que, realmente, vale a pena ser sentido e vivido.
O Amor tem que sobressair à mágoa, à decepção e ao ressentimento, pois ele é puro, singelo, limpo, sem melindres e sem cobranças. O Amor é sublime, por isso que, quando amamos verdadeiramente, passamos por cima de qualquer coisa, nos humilhamos, mas só se a recíproca é verdadeira, pois aí sim, vale à pena. Pois sabe-se que a atitude que provocou a decepção não é usual, corriqueira. Só se nos basearmos no Amor, seremos capazes de esquecer das mágoas, pois ele é infinitamente maior do que qualquer outro sentimento quando sentido do fundo da alma.
Assim como amamos, também decepcionamos.Mas é certo que, sem sombra de dúvidas, partilhamos mais do primeiro ao segundo, afinal, temos um objetivo em comum: sermos felizes e, se possível, dividir a felicidade com todos que nos cercam, pois ninguém é feliz sozinho.
Por isso, meus queridos amiguinhos, sou obrigado a discordar do Vinícius de Moraes, quando ele diz que tristeza não tem fim. Há como dar um basta a tristeza, só é preciso querer, afinal, como o mesmo poetinha disse: "é melhor ser alegre que ser triste, a alegria é a melhor coisa que existe, é assim como a luz do coração", agora, você faz a sua opção, como tudo na vida.
O culto aos mortos (mais precisamente dos que se encontram no Purgatório) foi estabelecido pela Igreja católica com o nome de Finados.
É comemorado no dia 2 de Novembro de cada ano, logo depois do dia de Todos os Santos (1 de Novembro).
No início não se comemorava nos cemitérios. Só com o tempo é que a festa evoluiu e se fez acompanhar com velas e flores nos cemitérios.
Sabias que o culto dos mortos existe em quase todas as culturas do mundo? Até nas que nunca ouviram falar umas das outras!
Em Portugal e noutros países da Europa, o Dia de Finados é celebrado com tristeza, pois recordam-se as pessoas de família e amigos que já morreram.
As pessoas vão aos cemitérios, deixam ramos de flores nas campas e acendem velas para iluminar os falecidos no caminho até ao Paraíso e mandam rezar missas em seu nome.
Sabias que as flores que se põem nas campas são, por tradição nesta altura do ano, os crisântemos?
Mais um pormenor muito mórbido (brrr) acerca do Dia de Finados e o Dia de Todos os Santos: o terramoto de 1755, aquele enorme que houve em Lisboa e que matou milhares de pessoas, foi no dia 1 de Novembro!
Imagina as pessoas nas igrejas, a rezar pelos seus mortos... Foi uma grande tragédia, e tudo isto fez com que as consequências do terramoto fossem ainda piores. Houve incêndios, pessoas soterradas, etc.
Mas existem países em que o Culto dos Mortos é comemorado de uma maneira completamente diferente. Por exemplo, no México, que também é um país católico, fazem uma festa enorme e alegre!
É o que penso todo dia ao folhear o jornal. Pra que tanta violência? Pra que tanto sangue? Pooorra, amar é tão gostoso. Tá bom, o próximo tem um carro legal, tem uma garota linda, usa roupas dahora e está rodeado de amigos... mas nem por isso eu devo ir lá esfaqueá-lo ou dar 5 tiros... Aff q coisa tão...primitiva. É tudo tão: "mim ser grande, mim querer sua vida." Bla, bla, bla. Isto é tão...clichê.
Chega de filosofar sobre o "mundo real", quero falar um pouco sobre ficção: mas uma ficção não tão "irreal". Estou doida pra ver 3 filmes q eu assisti há muito tempo:
1 - Garotas Selvagens - com Matt Dillon e Neve Campbel 2- Segundas Intenções - com ninguém tão famoso ^^ 3- O talentoso Ripley - com Matt Damon
hahahahaha, os 3 filmes os personagens principais são perversos, lindos, safados, calculistas...e queridos pelo público. E sempre tem alguém legal q morre no final...sorry se contei. \o
Acho q pelo menos Segundas Intenções eu vou conseguir achar logo.
A canadense Alanis Morissette finalmente deu notícias sobre sua produção musical. A cantora anunciou que seu próximo álbum está quase pronto e a previsão é que chegue às lojas no início do ano que vem. O disco recebeu o nome de “Flavors of Entanglement” e foi produzido por Guy Sigsworth, que já trabalhou com Madonna, Seal, Bitney Spears e Björk, entre outros.
Alanis tem 25 músicas prontas, mas o álbum deve ter apenas 13. Duas delas já foram mostradas ao público, “Not as We”, que foi apresentada recentemente em um show junto com Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine, e “Underneath”, que teve o videoclipe exibido em um festival nos Estados Unidos. O último lançamento oficial de Alanis foi a coletânea “The Collection”, de 2005.
Homossexualidade: Houve um tempo em que se acreditava que o homem homossexual (passivo) o era porque num corpo de homem habitava uma alma de mulher; e vice-versa, a mulher homossexual (ativa) tinha em seu corpo de mulher uma alma de homem! Hoje se fala do terceiro sexo, ou melhor, de sexos indiferenciados. De qualquer modo, as tendências afetivas desses indivíduos tornam-se invertidas. Em muitos casos é possível que existam causas somáticas ou orgânicas que ocasionem essa inversão de tendências anormais. Elementos hormonais ou uma constituição somática inversa poderão originar tendências também inversas. Comumente, sem embargo, parece constatar-se que as causas verdadeiras, próximas ou remotas do homossexualismo, nos homens ou nas mulheres, residem mais em razões educacionais, culturais e sociais. Estatisticamente falando, parece que a porcentagem de homossexuais é muito menor no campo que na cidade. Isto nos leva a pensar que a causa freqüentemente não é somática, mas psíquica e educacional. Psicologicamente, o homossexualismo teria várias causas. Os meninos muito apegados aos pais e as meninas muito ligadas às mães podem desenvolver um comportamento regressivo de afeição por parceiros do mesmo sexo. Máxime quando os meninos constantemente escutam o pai falando mal das mulheres e as meninas escutam sempre a mãe falando mal dos homens. Meninos que de crianças se criam exclusivamente com meninos e vivem em colégios e externatos exclusivamente de meninos, por falta de convívio, podem desinteressar-se pelas meninas e desenvolver atitudes de timidez e inibição diante das mulheres posteriormente. Nestes casos é fácil desenvolver relações unilaterais com o mesmo sexo quando criança e por fixação e regressão fazê-lo igualmente quando adultos. O mesmo ocorre em tratando-se de meninas. O desinteresse havido pelo sexo oposto, nascido da falta de convívio, e as fantasias infantis e dos adolescentes a seu respeito, podem explicar muitos dos casos de homossexualismo, nesses casos é fácil criar amizades profundas entre indivíduos do mesmo sexo, capazes de degenerar nesse tipo de sexualidade. Freqüentemente o medo da responsabilidade de ter filhos, da carga de um lar e de sustentar uma mulher, o ganho fácil de dinheiro e posição social, bem como os maus exemplos e a iniciação alheia, podem ser outras tantas causas de ordem educacional, cultural ou social e econômica que possam dar margem ao início da homossexualidade.
NÃO PRECISAMOS COMPACTUAR, PRECISAMOS ACEITAR E NOS LIVRAR DOS PRECONCEITOS
Autor: EDSON MILTON RIBEIRO PAES
Na Grecia antiga existia o homosexualismo, em toda historia existem o homosexualismo, porque estamos debatendo isto??? O grande desapontamento do mundo moderno se deu na abertura consencial no mundo mercadologico, até então o homosexual não podia trabalhar em lugar nenhum, chegava a ser apedrejado nas ruas, eu mesmo fiz isso quando adolescente, devo desculpas a eles, mas com o advento da abertura de mercado o gay foi se mostrando muito mais competente que os heteros, ai começou a descriminação, nós heteros estamos incomodados com a capacidade da maioria dos homosexuais, onde entram revolucionam, eles ja movimentam a maior porcentagem no turismo, na moda, na musica, nas artes em geral, e agora estão entrando na industria, e nossa mente tem que evoluir porque esta batalha se for travada, ja tem vencedor, o correto é nos unir como irmãos, deixar o preconceito de lado e cada um cuidar de seus interesses de maneira bastante profissional. Li recentemente um anuario de turismo em um voo, que dizia o seguinte: Homosexuais viajam a passeio seis vezes mais que os heteros. Homosexuais frequentam restaurantes oito vezes mais que os heteros. Homosexuais trocam de carro duas vezes mais que os heteros. E pessoas com visão mercadologica ja estão disponibilisando espaços especiais para eles. A moda ja trabalha pensando neles, logo logo veiculos ja vão estar sendo fabricados para eles, se é que não ja tem. O preconceito tem que ser banido da face da terra, não só com os gays, mas com negros, judeus e um dia teremos que aprender a conviver com todas as diferenças, "somos todos irmãos perante a DEUS"
A cada dia que passa as pessoas me decepcionam mais e mais... Porém a esperança ainda existe, pois pessoas que merecem estão ao nosso lado pro que der e vier...
Aquilo que vc pensa q é atualidade, na verdade é uma coisa tão antiga quanto as tábuas de Moisés... se vc não sabia, é porque na verdade não me conhecia...não prestou atenção em mim.
Abraço!
"Entre as lições da vida natural, o isolamento voluntário de alguns animais ensina coisas ao homem. Longe dos períodos de acasalamento e de caça em grupo, eles procuram a solidão para refazer sua energia, num encontro com a vida que se expressa como um ritual sagrado. Com o homem que não perdeu de todo seu instinto - a quem a cultura e a cidade não conseguiram reduzir à codição de máquina -, essa retomada de contato com a natureza, misteriosa como é, transforma-se em necessidade e prazer. No jardim, na janela, na praia deserta, o ritmo da respiração e o encantamento com o mundo não precisa ser aprendidos - porque revelam sozinhos esse instante de celebração e reencontro."
(Do livro: O som do silêncio - autor: Luiz Carlos Lisboa)
Estou terminando de ler o livro "O Livreiro de Cabul", livro fabuloso sobre os costumes de uma família afegã, o período da queda do regime Talibã Preciso lembrar que fiquei chocada com a tirania do livreiro...e cheguei a conclusao que se eu tivesse nascido num lugar como aquele eu nao teria passado dos meus 12 anos. Sério...a mulher sofre com força!!! Nós as vezes reclamamos com a barriga cheia. Pois somos independentes, temos direito a voto, direito de optar sobre com quem vc quer namorar ou não, podemos estudar o que quisermos....somos livres. Eu adoro o ocidente. Apesar de tudo.
De que vale as mulheres serem lindas, já q ninguém pode olhar seu rosto? De que vale os homens estudarem sendo q livros sao proibidos? De que vale casar se é pra viver como escrava sob a aba do seu marido?
Aff...ainda bem q sou uma mulher do ocidente, q posso andar com a roupa que quiser, escolher os amigos q quiser, ter a opção q quiser seja lá sobre o q for.
Depois de ler este, vou começar "O Caçador de Pipas" que me parece ser uma história menos infeliz.